Pontos lentos no trânsito de Teresina: veja onde e em quais quais horários os engarrafamentos costumam ocorrer
19/06/2026
(Foto: Reprodução) Grande congestionamento agora no elevado da Miguel Rosa, zona Sul
Trechos das avenidas Miguel Rosa, João XXIII e Homero Castelo Branco, entre outros, costumam congestionar diariamente em Teresina, principalmente nos horários de pico.
Ao g1, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) listou os principais pontos críticos que podem ser evitados pelos motoristas nas horas mais movimentadas da capital.
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Veja os pontos de engafarramentos comuns de Teresina:
Av. Miguel Rosa x Av. São Raimundo (Piçarra)
Av. Maranhão x R. Sen. Teodoro Pacheco
Av. Maranhão x R. Coelho Rodrigues
Av. Henry Wall de Carvalho x R. Dr. Luís Pires
Av. Duque de Caxias x Av. Petrônio Portela
Av. Frei Serafim x Av. Miguel Rosa
Av. Pres. Kennedy x R. Médico Odail M. Santana
Av. Miguel Rosa x R. Des. Pires de Castro (Sul)
Av. Frei Serafim x R. Coelho de Resende
Av. Pres. Kennedy x Av. João A. Leitão
Av. Pres. Kennedy x Av. Vilmary
Av. José dos Santos e Silva x Av. Miguel Rosa
A Strans ressalta que ruas próximas a escolas, como o cruzamento entre as avenidas Presidente Kennedy e Vilmary, também são uma área de tráfego intenso e lento.
Os horários mais movimentados na capital costumam ocorrer por volta das 7h, 12h e 18h, em dias úteis.
Segundo o gerente de Operações da Strans, Denis Lima, os congestionamentos estão concentrados em corredores que recebem grande fluxo de veículos nos deslocamentos para o trabalho, escolas, universidades e órgãos públicos.
A Avenida Presidente Kennedy é um dos principais exemplos. Conforme o gestor, o trânsito costuma ficar lento desde a rotatória da Pedra Mole até as proximidades da Avenida Jóquei Clube. Outro trecho crítico é a Avenida João XXIII, na região do bairro São Cristóvão até a Ponte Juscelino Kubitschek (JK).
A Avenida Frei Serafim também concentra grande volume de veículos, especialmente entre a Avenida Miguel Rosa e a Igreja São Benedito. Segundo Denis Lima, os congestionamentos nesse corredor acabam impactando vias próximas, como as avenidas Miguel Rosa e Maranhão, além das ruas Coelho de Resende e Desembargador Pires de Castro.
Na Zona Sul, a retenção é frequente na Avenida Miguel Rosa, principalmente para quem sai do viaduto da via. De acordo com a Strans, o estreitamento de pistas e a presença de cruzamentos semaforizados contribuem para a lentidão no local.
Já na Zona Norte, os pontos mais críticos ficam na Avenida Duque de Caxias, entre as avenidas União e Petrônio Portela, e na Ponte da Primavera, um dos principais corredores de ligação da cidade.
A Avenida Maranhão também apresenta tráfego intenso, especialmente no trecho entre a Ponte Metálica e a Avenida Joaquim Ribeiro. Conforme a Strans, a região absorve grande parte do fluxo de veículos que chega de Timon, no Maranhão.
Acidentes e rotas alternativas
Segundo Denis Lima, os pontos com maior volume de tráfego também costumam registrar mais acidentes.
"Em muitos casos, fatores como pressa dos condutores, mudança brusca de faixa, desatenção no trânsito e desrespeito à legislação contribuem para que essas colisões aconteçam, especialmente nos horários de maior movimentação", afirmou.
O gerente destacou que os motoristas podem buscar vias secundárias para evitar alguns pontos de retenção. No entanto, ele ressaltou que, nos horários de pico, o aumento da demanda por deslocamentos afeta boa parte da malha viária da capital.
A orientação da Strans é que os condutores planejem os deslocamentos com antecedência, saiam de casa com tempo suficiente, respeitem a sinalização e os limites de velocidade e evitem o uso do celular ao volante.
"É fundamental evitar mudanças bruscas de faixa, respeitar a distância de segurança entre os veículos e manter a calma diante dos congestionamentos. Essas medidas contribuem não só para a fluidez do trânsito, mas principalmente para a segurança de todos os usuários das vias", completou Denis Lima.
Engarrafamento no acesso à Ponte Wall Ferraz, entre as zonas Sul e Leste de Teresina
Renan Moraes/TV Clube
*Eduarda Barradas, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros.
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